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Mostrando postagens de novembro, 2019

Essa eu fiz pro nosso amor

Essa seria mais um clichê escrito por alguém que amou demais mas não, essa eu fiz pra todo o nosso amor... Essa eu fiz pra quela esquina que você me beijou pela primeira vez, de uma quinta feira pra quela sexta feira pós beijo em que eu fiquei em estado indescritível pra quela festa da outra sexta que eu te beijei tantas vezes pro meu quarto e pra minha cama, onde sonhei incontáveis vezes com você Essa eu fiz pras festas que nos encontramos e nos beijamos eu não pensei que isso mudaria meus passos, mas essa eu fiz pra essas noites pro nosso começo, sem graça, sem intenção, em uma praça qualquer da cidade pros goles de bebida e do inicio, tímido, das conversas e do gostar nascendo essa eu fiz especialmente pro nosso beijo na chuva, da madrugada do dia 8 Essa eu fiz pra quando você começou a tomar conta de mim pras festas despretensiosas onde eu me divertia como se, o mundo fosse acabar no outro dia e você não estaria mais lá porque sinceramente, você não estaria... ess...

Aquele velho dilema de saudade

eu embalo minha vida na melancolia da nossa saudade dos abraços apertados quando não sabíamos o que se passava eu ergui minha cabeça e aceitei que o tempo sempre era a resposta havíamos guardado tantas perguntas dentro de nós sempre sem respostas, estávamos aqui procurando por caminhos eu sou o que restou da nossa dor, do nosso amor, do nosso espaço você é o que sobrou dos meus atos, atitudes falhas na tentativa de te dar todo o amor que você merecia será se somos fortes o suficiente para entender o que houve? hoje eu sonhei com um abraço sufocante seu quase tão sufocante quando o meu amor acordei sufocada porque você não esta mais aqui meu perdão seria minha redenção uma tentativa a mais, uma a menos de que eu não, nem por 1 minuto, seria a mulher que fui e que a minha insegurança te tirou de mim e que se ser seguro de mim, te trouxer de volta apenas pra uma conversa... Um café, uma risada, uma historia divertida sem segundas intenções uma abraço, uma lágrima, olha...

autorretrato

sou coração, sou razão sou mulher demais pra dizer não? sou emoção, competição, alucinação sou mulher que atraio decepção! Sou fogo, sou água, sou vento e ar mulher demais pra fingir não me importar sou os quatros elementos da natureza destreza, sou mulher de me honrar. Fui amor, fui raiva decepção e mágua abraço acalantador que fechava os olhos não sentia nada nem desprezo, nem dor Fui recomeço, fui fim fui fênix das cinzas nascidas que surgiam dentro de mim Amei sem medo, senti o amor de sua forma efêmera senti pavor Situei-me em mim dei tempo ao tempo percebi que se eu realmente espero por algo talvez esse algo há de vir...

e sobramos eu e você, num curto espaço de "nós"

Eu não sei o que seria de um amanhã se eu não sentisse que há um amanhã. Estarás aqui? você me acende da minha escuridão, me ilumina do meu abismo Se fosses uma canção, seria "save me from my self" cantada pelas vozes de um anjo em tons de dourado e cintilantes conexões angelicas. Talvez meu coração seja destruído em todos os aspectos que ter você faz os cacos de mim se juntarem não sei falar de nós sem parecer melodramático, como se explica um livro com infinitas paginas? Talvez lendo? Talvez esperando o filme sair? Contigo eu fui o cruzamento de ambos, me leu, me assistiu em todas as minhas versões de mim. Talvez eu seja um drama incompreendido, tipo aqueles filmes que o amor vence, e antes de vencer, ele enfrenta um milhão de batalhas; Talvez eu seja aquele filme trash de terror com um final horrivel, ou um filme mt ruim com um final divertido; Não há o que me descreva, não há o que me defina, não há o que me intitule, mas há quem me leia, quem me resume e quem ente...