O amor é uma viagem, valeu pela carona
Como diz a música, “eu não sou nada sem você...” mas na verdade eu sou Sou luz por onde eu vou Por onde passo, desabrocho, feito flor Sou frio, sou calor Sou paz, sou esplendor Sou amor, sou agradecer Sou intensidade, fogo que arde sem se ver (é, aquele velho clichê...) Sou clichê, repetitiva Sou amor, sou poesia A mais bela escrita Sou reviver, sou maestria Sou música, a mais bela melodia Sou tempo fechado, sou ventania Sou sol queimando, sou neblina Sou vermelho raiva, sou azul, calmaria Sou desalinhada, sou disciplina Não sou de ninguém, sou minha Sou a cura, sou medicina Sou equilíbrio, mas perco a linha me perdi nessas linhas escrevendo sobre o que sou Sou tantas coisas Mas sem ela Sou solidão, sou incompleta... “Texto inspirado em “Tão Moleque” do Projota”